terça-feira, 14 de outubro de 2008

IRON MAIDEN



Um pouco da história...

A "Donzela de Ferro" (nome tirado de um instrumento medieval parecido com um ataúde cheio de pontas onde a vítima era colocada) vai aterrissar no Brasil pela quinta vez (1985 no Rock In Rio I, 1996 no Monsters of Rock em São Paulo, 2001 no Rock In Rio III, 2004 no Pacaembu em São Paulo) tocando no mês de março em terras brasilis. Então, nada melhor do que dar uma rápida olhada na história dessa banda que foi um divisor de águas no que seria o heavy metal. Muito embora o release da banda diz que ela vai completar 25 anos, o IRON MAIDEN surgiu em 1976 em Londres e era formado por Steve Harris no Baixo, Tony Parson na Guitarra, Doug Sampson na bateria e Paul Di'Anno nos vocais. "The Soundhouse Tapes" é o nome de uma demo gravada com grana do próprio bolso e que chamou a atenção da gravadora EMI que assinou com eles em 1980.

Com um line-up modificado (Paul Di'Anno nos vocais, Dave Murray e Dennis Stratton nas guitarras, Steve Harris no baixo e Clive Burr na bateria) a banda lançou o seu primeiro auto-intitulado álbum, IRON MAIDEN, ainda em 1980, com clássicos como "Running Free", "Iron Maiden" e "Phantom of the Opera", entre outras. "Killers" viria no ano seguinte, com novas mudanças, sai Stratton e entra Adrian Smith.

É o melhor disco do Iron na minha opinião, muito embora para muitos esse "melhor" seria o próximo "The Number of the Beast", com Bruce Dickinson nos vocais.

E tem mais, Bruce é foda, mas Di'Anno é único. Mas o "Killers" é aquele que você põe pra rolar e não pula nenhuma faixa - "The Ides of March", "Wrathchild", "Murders in the Rue Morgue", "Another Life", 'Genghis Khan", "Innocent Exile", "Killers" (definitivo!!), "Prodigal Son", "Purgatory" e "Drifter".

Antes que eu me esqueça, o Iron puxava a fila do NWOBHM, New Wave Of British Heavy Metal, nova onda do metal britânico. Estranho, a "primeira onda", era formada por bandas como BLACK SABBATH, que tocava um hard muito pesado, foi uma escola das bandas de metal que viriam depois, mas não era metal! Vai saber.

Talvez o fato mais polêmico na vida da banda tenha sido a saída de Paul Di'Anno, o que provoca discussões acaloradas até hoje. Não é segredo que Di'Anno simplesmente odeia Steve Harris, que já foi chamado por ele de "Hitler". Dei uma garimpada na internet procurando fatos relevantes sobre esse acontecimento e descobri duas entrevistas do infant terrible em dois excelentes sites, um polonês e um sueco.

No sueco (www.metal-rules.com) entrevistado por Marko Syrjälä, ele diz que começou no Iron com 16 anos, que o pai é brasileiro e o avô mora em São Paulo, que tem seis filhos, dois nascidos no Brasil! Pois é, ele é casado com uma brasileira. E tem mais, Paul tem duas nacionalidades - brasileira e britânica! Ah, ele tem um bar também em São Paulo! Desculpem a ignorância do macaco, mas, onde fica? Se alguém souber, please, mande um e-mail.

Mas é no site polonês (www.metalkings.com) , numa longa entrevista dada em abril de 2003 que ele realmente abre o jogo. Eu sempre achei que o seu visual atual (careca, meio gordão, várias tatuagens) era mais punk do que metal, não que isso importe ou mude alguma coisa. E não deu outra, quando perguntado dessa fase (é, ele veio do punk!), se existia alguma conotação racista dele ter sido SKINHEAD naquela época (vocês sabiam disso? Eu não!), responde ele:

"Não, eu era skinhead pra mim mesmo, eu não tenho que ser racista para ser skinhead. Era uma coisa mais contra a moda, se você entende o que eu estou dizendo. Eu fui de skin pra punk e, olhe para o meu cabelo curto (na verdade, raspado nas fotos do site), eu ainda estou no meio. Eu ainda sou um skinhead (gargalhadas)!. Os caras do metal vieram dos skins e dos punks".

Não torçam o nariz, caros amigos, de certa forma, tudo se mistura, assim como as raças. É apenas música. Somos apenas uma raça - a humana. Assim como existem milhões de racistas de terno e gravata, muitos deles em cargos políticos, por outro lado, nem todo skin é nazista. Mas esta é uma outra história.

O entrevistador (desculpem não citar o nome, o mesmo não consta na matéria), muito bom por sinal, não ia deixar passar batido o porque da saída do Iron, e pergunta - "Quando você estava gravando o "Killers" (Iron Maiden) em 80/81, O SAMSON (ex-banda de Bruce Dickinson) estava gravando um disco com Bruce no mesmo estúdio... o que aconteceu? Parece que os problemas entre você e o Iron Maiden começaram naquele momento". Responde Paul:

"Provavelmente começou depois do primeiro álbum cara! No começo era grande. Quando eu escrevi a faixa "Killers" eu pensei - "isso é muito bom", mas estava começando a mudar, estava ficando muito melódico e perdendo a pegada punk (punk-edge), então eu fiquei puto (pissed off) e quis sair. Não existe nenhum grande segredo. Se eu não estou feliz eu não quero fazer nada. Eu não tenho que fazer, é isso. Não existe nenhum grande segredo. Se eu não estou feliz, eu não tenho que fazer nada. Eu não tenho, é simples assim. Mas se eu tivesse feito por dinheiro, eu ficaria mais triste e estaria enganando a mim mesmo".

Bem, espero ter ajudado a responder a velha pergunta.

O IRON MAIDEN, desde o inicio sempre fez questão de criar uma identidade própria, um diferencial, por isso, o mascote Eddie, criado pelo grande Derek Riggs, o que seria "para sempre" (hoje, 2004, ele é digital!). Mas, voltemos à entrada de Bruce. O primeiro álbum gravado com ele nos vocais e também participando nas letras, vocês já sabem, é o "The Number of the Best" de 1982. Meu preferido é o "Killers" com Di'Anno, como eu disse linhas atrás, mas o "The Number" também é foda, a começar pela faixa que dá nome ao álbum, até hoje, se os caras não colocarem no set list, correm o risco de serem linchados no palco. Exageros à parte, o disco é grande mesmo, lotado de clássicos, só para citar mais um, "Run to the Hills", também presente em todas as apresentações do IM. "No Piece of Mind" de 1983, Clive Burr já não estava mais nas baquetas, substituído por Nicko McBrain. Mais uma tristeza na história do Maiden - em 2002, Clive Burr estava com uma doença grave e sem cura - escleroses múltipla. Alguns shows foram feitos pelo Iron com grana revertida para ele.

"Piece of Mind" é outro que pode rolar direto, com faixas clássicas como "The Trooper" e "Flight of a Icarus", só para citar as duas que eu mais gosto. Em 1984 chega o poderoso "Powerslave" com a poderosa faixa do mesmo nome, mais "Aces High", "2 Minutes to Midnight", e por aí vai. Melhor ainda, na turnê do disco que adentrou por 1985, o Iron Maiden baixa pela primeira vez no Brasil no Rock In Rio I!!! Foi muito para o coração de qualquer banger iniciante! Eu estava lá, escrevi sobre para esse Portal (há alguns anos, claro). Abaixo, um resuminho sobre a apresentação da Donzela.

RIO DE JANEIRO - SEXTA FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 1985 - Primeiro dia de festival. Todo o trânsito foi modificado priorizando o transporte coletivo. Quem quisesse ir de carro tinha que deixar o mesmo a mais de 5 quilômetros do local do show. Depois tomava um buzão e era largado a quase dois quilômetros do festival e o resto tinha mesmo que ser na caminhada. Os portões eram abertos ao meio dia (mais de 100 catracas!) e a primeira atração subia ao palco às 18:00 horas. A última, mais ou menos, duas da madrugada, se nada desse errada.

Calor de rachar mamona, sol a pino. Naquele distante 11 de Janeiro de 85 a escalação era a seguinte: Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Pepeu Gomes e Baby Consuelo (grávida de nove meses do sexto filho), Whitesnake, Iron Maiden e Queen. Ok, não vamos discutir essa escalação. Eu estava lá era mesmo para ver o IRON MAIDEN, no auge da carreira. Assim como eu, muitos agüentaram várias horas colados na frente do palco, não arredando o pé nem a pau e, com perdão da má palavra, quando dava vontade de dar um mijão, providenciava-se uma roda e a coisa rolava ali mesmo. Muitos não suportavam o calor e a pressão daqueles que queriam chegar mais próximos do palco a qualquer custo, acabavam passando mal ou mesmo desmaiavam e eram guinchados pelos seguranças por cima da cerca de proteção.

Muita fumaça, explosões, O Iron Maiden está no palco, abrindo o show com a vigorosa "Two Minutes To Midnight". O palco era uma reprodução das ilustrações do "Powerslave", feitas pelo grande Derek Riggs, inspirado em motivos egípcios. Bruce corria feito louco sobre o palco, subindo nos Marshall, empunhado uma rota bandeira Inglesa. Um acidente com um microfone fez um pequeno corte próximo ao seu olho esquerdo fazendo com que um filete de sangue escorresse pelo seu rosto numa forte metáfora, "Sangue pelo metal". Os deuses do NWOBHM, frente a uma multidão extasiada de fãs, mostravam porque eram os melhores, detonando clássico atrás de clássico. E foram muitos, difícil lembrar de todos, mas teve preciosidades como Killers e também músicas do álbum de estréia de Bruce, entre elas, a mais esperada da noite, "The Number Of The Beast" e, é claro, músicas do álbum que dava nome a turnê com destaque para a música titulo. Mais de uma hora de show depois, valeu a espera, valeu o sufoco, valeu Iron!
Iron Maiden no Brasil (1985)

Foi mais ou menos assim, a porra da globo tem as fitas (áudio e vídeo), mas não deixa ninguém ver. O Iron estava na correria, tocaram na sexta e logo depois de se apresentarem, sábado de madrugada, pegaram um avião e retornaram, acho que para a Europa. Voltando aos álbuns, vou passar batido nos ao vivo, etc., e falar só dos full lenght de estúdio, senão esse texto vai virar uma enciclopédia. Em 1986 é lançado "Somewhere In Time" onde a melhor música na minha opinião é "Wasted Years". Em 1988, "Seventh Son of a Seventh Son", que eu acho melhor que o "Somewhere", com músicas como "The Evil That men Do" e "Only the Good Die Young". É bom deixar bem claro, o poderoso produtor Martin Birch esta por trás de todos os discos do Iron Maiden (não sei se do primeiro e desses últimos). Em 1990 Janick Gers substitui Adrian Smith em uma das guitarras, ano em que é lançado o mais ou menos "No Prayer For the Dying". Em 1992 sai o último (?) com Bruce Dickinson nos vocais, como eu tenho em vinil, um álbum duplo com 12 músicas, bem melhor que o anterior. Com mais clássicos engordando a já gigantesco repertório do Iron Maiden - "Be Quick Or Be Dead", "Wasting Love" e "Fear of the Dark". Depois, uma baixada de bola.

Três anos depois do "Fear" é lançado "The X-Factor" com Blaze Bayley nos vocais e é com ele nos vocais que eles tocam pela primeira vez em São Paulo no Monsters of Rock, em 1996. Eu não acho o Blaze ruim, mas ele não tem um volume de voz suficiente para cantar as músicas do Iron, principalmente da fase Bruce, que canta bem mais alto que Paul Di'Anno (o que não faz de Di 'Anno um mau vocalista!). Mas foi um equivoco e ninguém gostou. Depois do lançamento do "Virtual XI" em 1998, no final desse ano, Blaze esta fora do Iron. Bruce, com uma boa carreira solo (apesar de ter lançado umas babas), retorno no disco de 2000, "Brave New World", com ele o grande Guitarrista Adrian Smith, que nesta época tocava na banda de Bruce (com o qual tocou no Brasil!). Adrian havia sido um "Iron" entre 1980 e 1990. O Iron Maiden vira um sexteto com três guitarras e, com essa formação, toca em 2001 no Rock In Rio III (show que virou CD). Esse velho escriba também esteve lá, abaixo, como foi.

No set do melhor dia do RIR3, 20/01/01, estavam - Sheik Tosado, Pavilhão 9, Queens of the Stone Age, Sepultura, Rob Halford e Iron Maiden. Às 1:10 da madrugada, Iron no palco. A canseira começava a tomar conta desse velho headbanger, mas a presença do IRON MAIDEN "on stage", equivalia a um caminhão pipa de um desses estimulantes que vendem por aí. Tinha na mão o set list da banda, dezessete músicas "datilografadas" e uma escrita a mão dando a impressão que foi acrescentada de última hora numa espécie de presente para os fãs Brasileiros. A música de número dezoito, RUN TO THE HILLS.

Vamos mudar o tempo do verbo. Welcome to the show! No Iron, todos estão cabeludos menos Bruce, de franja. Línguas de fogo no fundo do palco e a banda despeja sobre a rapaziada WICKER MAN, GHOST OF NAVIGATOR e BRAVE NEW WORLD. Em seguida, WRATCHILD, do álbum KILLERS. A próxima do X FACTOR, gravado com BLAZE BAYLEY nos vocais, a vigorosa e longa (11 minutos) SIGN OF THE CROSS. Puro estilo "Ironmaideniano" (claro, clóvis!), tem uma introdução lenta até ficar mais pesada. Desnecessário dizer que os solos são distribuídos entre todas os guitarristas de forma "socialista".

NICKO McBRAIN aparece sobre a bateria e joga algumas baquetas numa arena ensandecida. STEVE HARRIS, na clássica pose onde uma das pernas descansa sobre um retorno, massacra sem piedade a sua ferramenta de trabalho. Maiden-maníacos batem cabeça junto à grade de proteção enquanto a poeira volta a dar uma pequena subida (é, foi um dia seco de muita poeira).

A quantidade de Headbangers (e não "metaleiros", como diz a mídia ignorante que estacionou em 85) com camisetas do Iron é absurda.

E eles voltam a se manifestar de forma mais nervosa durante a música "THE TROOPER", numa profusão de dedos imitando chifres, quando na verdade a saudação "demoníaca" é a imitação de um cão onde o dedo mínimo e o indicador seriam as orelhas do animal.

Bruce, numa simpatia meio exagerada, fala o tempo todo com a rapaziada (se todos entendem, aí já é outra coisa), como acontece antes da nova DREAM OF MIRROR, dizendo que o Brasil é o melhor lugar no mundo para se tocar e o público também é o melhor do mundo. A 11°, THE CLANSMAN, originalmente na voz de Blaze Bayley é seguida de EVIL THAT MAN DO. EDDIE, o mascote, esta no palco Duas minas passam meio desmaiadas pelo local onde eu estou, na lateral direita do palco, enquanto o cheiro de uma erva conhecida pelos Índios Brasileiros por EPADU, está por todos os lados. No ROCK IN RIO de 85, Bruce ainda era cabeluda e subia alucinado nos Marshal no fundo do palco.
Quinze anos depois, os cabelos não continuam os mesmos, mas a energia! Parece que tomou banho de Flash Power!







O homem não cansa e ele não é nenhum molequinho. Up the irons! MEDO DO ESCURO (FEAR OF THE DARK), acorda os últimos bodiados na grama detonada. Já passa das duas da madrugada. Ninguém mandou descansar. Continue batendo cabeça. Mais uma do KILLERS: IRON MAIDEN. Se não a mais esperada, pelos menos a mais conhecida, NUMBER OF THE BEAST é a 15º do set.

As últimas três, são nesta ordem: HALLOWED, SANCTUARY e como eu já disse, RUN TO THE HILLS. Três da madrugada, era a hora de começar a bater em retirada, antes que todos pensassem o mesmo, com a Donzela de Aço ainda no palco nos últimos acordes. Foi assim.

É, foi assim, foi bom, mas eu gostei mais de 85 onde tudo era novo, novidade, menos massificado. Mas, ainda tem um último disco de estúdio do Iron nessa nossa lista, "Dance of Death", fresquinho, de 2003, a razão do sexteto retornar ao Brasil. Steve Harris, o dono da banda, como diz o desafeto Paul Di'Anno, tem agora 47 anos. Em 1985 ele tinha 28. O restante da banda deve estar também por aí.








CLIQUE AQUI E VEJA COMO FOI O SHOW DO
IRON MAIDEN EM SÃO PAULO EM 2004!!!

Em 2003 foi lançado Dance of Death. O álbum ganhou disco de platina em diversos países[carece de fontes?] e não deixou dúvidas acerca do sucesso da banda. O conjunto também conseguiu promover alguns vídeo-clipes na MTV trazendo novos fãs para a banda. Tanto Brave New World quanto Dance of Death foram considerados pelo site Metal-Rules.com como os melhores álbuns de Metal de 2000 e 2003, respectivamente.



Em 2005, o Maiden anunciou uma turnê em comemoração aos 25 anos do lançamento do primeiro álbum e o trigésimo aniversário da primeira formação. A banda foi para a turnê mundial para divulgar seu novo DVD, intitulado The Early Days, em que o grupo celebra as músicas do período de 1976-1983. Também foi lançado um álbum ao vivo em 2005 intitulado (Death On The Road), sendo que essa mesma apresentação foi lançada em DVD em 2006, DVD este que conta ainda com um disco extra com um documentário de 90 minutos mostrando os bastidores das gravações do álbum e da turnê mundial do Dance of Death, uma volta aos espetáculos teatrais e as mega produções dos anos 80. A Tournê foi um grande sucesso, pois o Maiden tocou pra mais de 3 milhões de pessoas em 24 países.



Em 2006 a banda lança o novo álbum, A Matter of Life and Death, décimo quarto álbum de estúdio da banda, com músicas mais longas que o habitual do Iron Maiden, o álbum traz algumas características progressivas, que a banda já vinha apresentando nos últimos álbuns, porém agora nesse álbum com maior intensidade, junto com um som mais pesado que o mostrado anteriormente pela banda. Este álbum vem sendo considerado pela crítica especializada como um dos melhores álbuns já feito pelo Maiden, sendo considerado pela revista Classic Rock álbum do ano de 2006, e obtendo uma classificação de 5 estrelas (classificação máxima) da revista Kerrang!, que neste mesmo ano elegeu o Iron Maiden como banda mais importante nos 25 anos de existência da revista. Em 2007, a banda faz uma tour batizada de A Matter of the Beast Tour, comemorando os 25 anos de lançamento do The Number of the Beast. Neste ano ainda tocam como atração principal mais uma vez no Donnington Download Festival. Em agosto de 2007 a banda anuncia a próxima tour que se chamará Somewhere Back in Tour 2008, que vai ser uma volta ao passado, onde a banda executará apenas músicas dos anos 80. Grande parte da tour já foi divulgada e será uma das maiores e melhores de todos os tempos, pois só tocarão em estádios.



dasdasda
A idade só conta quando ela te derruba. Cito apenas pela seguinte razão - COMO ESSA PORRA DE TEMPO VOA!! Então, nenhuma novidade se nas duas apresentações no Brasil, país e filhos forem juntos a elas! Isso porque a música, principalmente o rock, tem essa magia, assim como alguns esportes. Torna as pessoas mais tolerantes, as igualam apesar das "diferenças"! Junta gerações! E o IRON MAIDEN, mesmo soando um pouco repetitivo (sorry), continua sendo parte dessa magia. Então, mais uma vez, UP THE IRONS!!

A little of history… " Maiden of Ferro" (taken off name of full a medieval instrument similar to one ataúde of tips where the victim was placed) she goes to land in Brazil for the fifth time (1985 in in Rock River I, 1996 in the Monsters of Rock in São Paulo, 2001 in in Rock River III, 2004 in the Pacaembu in São Paulo) touching in the month of March in brasilis lands. Then, nothing better of what giving a fast looked in the history of this band who was a watershed in what metal would be heavy. Much even so release of the band says that it goes to complete 25 years, IRON MAIDEN appeared in 1976 in London and was formed for Steve Harris in the Low one, Tony Parson in the Guitar, Doug Sampson in the battery and Paul Di' Anno in the vocal ones. " The Soundhouse Tapes" it is the name of a recorded demon with grana of the proper pocket and that it called the attention recording EMI that it signed with them in 1980. With one line-up modified (Paul Di' Anno in the vocal ones, Dave Murray and Dennis Stratton in the guitars, Steve Harris in the low e Clive Burr in the battery) the band launched its first one auto-intitled album, IRON MAIDEN, still in 1980, with classics as " Running Free" , " Iron Maiden" e " Phantom of the Opera" , among others. " Killers" it would come in the following year, with new changes, leaves Stratton and it enters Adrian Smith. It is optimum record of the Iron in my opinion, much even so for many this " melhor" he would be next " The Number of the Beast" , with Bruce Dickinson in the vocal ones. E has more, Bruce is fuck, but Di' Anno is only. But " Killers" he is that one that you put pra to roll and does not polish no band - " The Ides of March" , " Wrathchild" , " Murders in the Rue Morgue" , " Another Life" , ' Genghis Khan" , " Innocent Exile" , " Killers" (definitive), " Prodigal Son" , " Purgatory" e " Drifter". Before forget I me, the Iron pulled the line of the NWOBHM, New Wave Of British Heavy Metal, new wave of the British metal. Stranger, " first onda" , she was formed for bands as BLACK SABBATH, that touched one very hard heavy, was a school of the metal bands who would come later, but was not metal! It goes to know. Perhaps the fact most controversial in the life of the band has been the exit of Paul Di' Anno, what it provokes quarrels heated until today. It is not secret that Di' Anno simply hates Steve Harris, that already was called by it " Hitler". I gave one panned in the Internet looking for excellent facts on this event and discovered two interviews of infant terrible in two excellent sites, a Pole and a Swedish. In Swedish (www.metal-rules.com) interviewed for Marko Syrjälä, it says that Iron started in with 16 years, that the father is Brazilian and the grandfather deferred payment in São Paulo, that has six children, two been born in Brazil! Therefore he is, it is married a Brazilian. E has more, Paul has two nationalities - Brazilian and British! Ah, it also has a bar in São Paulo! They forgive the ignorance of the monkey, but, where is? If somebody to know, please, orders an email. But it is in the Polish site (www.metalkings.com), in a long interview given in April of 2003 that it really opens the game. I always found that its current appearance (bald, half gordão, some tattooings) was more punk of what metal, not that this imports or changes some thing. E did not give another one, when asked of this phase (it is, it came of punk), if existed some racist connotation of it to have been SKINHEAD at that time (vocês knew of this? I not), it answers: " Not, I age skinhead pra me exactly, I do not have that to be racist to be skinhead. It was a thing more against the fashion, if you understand what I am saying. I was of skin pra punk e, look at for my short hair (in the truth, scraped in the photos of the site), I still I am in the way. I still am one skinhead (outbursts of laughter). The faces of the metal had come of skins and punks". They do not twist the nose, expensive friends, of certain form, everything mixture, as well as the races. It is only music. We are only one race - the human being. As well as exist of necktie and millions racists of tender, many of them in positions politicians, on the other hand, nor all skin is nazista. But this is one another history. The interviewer (they forgive not to cite the name, the same does not consist in the substance), very good for signal, did not go to leave to pass beaten because of the exit of the Iron, and asks - " When you were recording " Killers" (Iron Maiden) in 80/81, the SAMSON (former-band of Bruce Dickinson) was recording a record with Bruce in the same studio… what it happened? It seems that the problems between you and the Iron Maiden had started in that one momento". Paul answers: " Probably it started after the first expensive album! In the start it was great. When I wrote the band " Killers" I thought - " this is very bom" , but it was starting to move, he was being very melódico and losing the footprint punk (punk-edge), then I I was puto (pissed off) and wanted to leave. No great secret does not exist. If I am not happy I I do not want to make nothing. I do not have that to make, he is this. No great secret does not exist. If I am not happy, I I do not have that to make nothing. I do not have, I am simple thus. But if I had made for money, I would be sadder and I would be deceiving me mesmo". Well, I wait to have helped to answer the old question. IRON MAIDEN, since the beginning always made question to create a proper identity, a differential, therefore, mascote Eddie, created for the great Derek Riggs, what he would be " forever " (today, 2004, it is digital). But, let us come back to the entrance of Bruce. The first recorded album with it in the vocal ones and also participating in the letters, vocês already know, are " The Number of the Best" of 1982. My preferring is " Killers" with Di' Anno, as I said lines behind, but " The Number" also it is fuck, to start for the band that of the name to the album, until today, if the faces not to place in set list, run the risk to be lynched in palco. Exageros to the part, the record is great same, crowded of classics, to only cite plus one, " Run you the Hills" , also present in all the presentations of the IM. " In the Piece of Mind" of 1983, Clive Burr already was not more in baquetas, substituted for Nicko McBrain. Plus a sadness in the history of the Maiden - in 2002, Clive Burr was with a serious illness and without cure - scleroses multiple. Some shows had been made by the Iron with grana reverted for it. " Piece of Mind" he is another one that can roll direct, with classic bands as " The Trooper" e " Flight of the Icarus" , to only cite the two that I more taste. In 1984 " arrives powerful; Powerslave" with the powerful band of the same name, more " Aces High" , " 2 Minutes you the Midnight" , and for it goes there. Better still, in turnê of the record that adentrou per 1985, the Iron Maiden low for the first time in Brazil in in Rock River I! It was very for the heart of any banger beginning! I was there, I wrote on for this Vestibule (he has some years, clearly). Below, one resuminho on the presentation of the Maiden. Rio De Janeiro - SIXTH FAIR, 11 OF JANUARY OF 1985 - First day of festival. All the transit was modified prioritizing the collective transport. Who wanted to go of car had that to the same leave more than the 5 kilometers of the place of the show. Later it took a buzão and he was released almost the two kilometers of the festival and the remaining portion had exactly that to be in the walked one. The gates were opened to the half day (more than 100 ratchets) e the first attraction went up to palco to the 18:00 hours. The last one, more or less, two of the dawn, if nothing of this making a mistake. Heat to crack mamona, sun the bolt. In those distant 11 of January of 85 the escalação was the following one: Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Pepeu Gomes and Baby Consuelo (pregnant of nine months of the sixth son), Whitesnake, Iron Maiden and Queen. Ok, we do not go to argue this escalação. I was there I was same to see IRON MAIDEN, in the height of the career. As well as I, many had supported some hours glue in the front of palco, not arredando the foot nor the wood and, with pardon of the word, when it gave me will to give a mijão, provided a wheel and the thing rolled there same. Many did not support the heat and the pressure of that they wanted to arrive next to palco at any cost, finished passing badly or same they fainted and they were towed by the security over about protection. Much smoke, explosions, the Iron Maiden is in palco, opening the show with vigorous " Two Minutes You the Midnight". Palco was a reproduction of illustrations of " Powerslave" , made for the great Derek Riggs, inspired by Egyptian reasons. Bruce ran done insane person on palco, going up in the Marshall, empunhado a route English flag. An accident with a microphone made a small next cut to its left eye making with that one filete of blood drained for its face in one strong metaphor, " Blood for metal". Deuses of the NWOBHM, front to an enraptured multitude of fans, showed because they were the best ones, detonating classic behind classic. E many had been, difficult to remember all, but it had preciosidades as Killers and also musics of the album of estréia of Bruce, between them, the most waited of the night, " The Number Of The Beast" e, is clearly, musics of the album that gave to name turnê with prominence for music heading. More than one hour of show later, was valid the wait, suffocates was valid it, was valid Iron! Iron Maiden in Brazil (1985) It was more or less thus, porra of the globe it has ribbons (audio and video), but does not leave nobody to see. The Iron was in running

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