sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Cocaína

A cocaína ou benzoilmetilecgonina é uma droga alcalóide, derivada do arbusto Erythroxylum coca Lamarck, estimulante com alto poder de causar dependência. A Erythroxylum coca possui gineceu constituído de três carpelos, cálice de cinco sépalas e corola de cinco pétalas. As folhas são alternadas, elípticas e pecioladas.

O seu consumo crônico leva a grande aceleração do envelhecimento e profundos danos cerebrais irreversíveis, entre outros problemas de saúde.

Química
A cocaína é um alcalóide tropano. O seu nome completo é 3-benzoiloxi-8-metil-8-azabiciclo (3,2,1) octano-4-carboxilico ácido metil éster É extraída das folhas do arbusto da coca (Erythroxylon coca). A cocaína pode ser consumida de várias formas, mas o modo mais comum é pela aspiração da droga, que normalmente se apresenta sob forma de pó. Alguns consumidores chegam a injetar a droga diretamente na corrente sangüínea, o que eleva consideravelmente o risco de uma parada cardíaca irreversível, causada por uma "overdose".


Administração

A cocaína tem o aspecto de um pó branco e cristalino (é um sal, hidrocloreto de cocaína).

O crack é a cocaína alcalina, não salina - e é obtido da mistura da pasta de cocaína com bicarbonato de sódio. O crack é conhecido nos Estados Unidos da América como a cocaína dos pobres e mendigos.

A via intravenosa é mais perigosa devido às infecções. Ela produz maior prazer e efeitos mais pronunciados, também provocando alucinações. A via inalatória é de início mais insidioso, pode levar à necrose (morte por degeneração da células epiteliais ou outros tipos de degeneração de tecido) da mucosa e septo nasais. O crack é uma forma básica livre, que é fumada. Os seus efeitos são similares aos da via intravenosa.

O consumo da cocaína vem diminuindo desde 1990. Desde essa data o seu crescimento tem sido substituido pelo da heroína. O consumo de cocaína e heroína ("speedballs" ou "moonrocks"), uma prática extremamente perigosa, tem aumentando recentemente.

A cocaína, como todas as outras drogas, é metabolizada no fígado. Conjuga-se com etanol, presente nas bebidas alcoólicas, formando cocaetileno, ainda mais tóxico.

Mecanismo de ação

A cocaína é um inibidor específico das proteínas transportadoras da dopamina e em grau menor da noradrenalina, existentes nos neurônios. A dopamina e a noradrenalina são neurotransmissores cerebrais que são secretados para a sinapse, de onde são recolhidos outra vez para dentro dos neurônios por esses transportadores inibidos pela cocaína. Logo o seu consumo aumenta a concentração e duração desses neurotransmissores. Os efeitos são similares aos das anfetaminas, mas mais intensos e menos prolongados. Causa constrição local.

A noradrenalina e a adrenalina são neurotransmissores e hormona do sistema simpático (sistema nervoso autônomo). Elas são normalmente activadas em situações de stress agudo ("lutar ou fugir") em que o indivíduo necessita de todas as forças e agem junto aos orgãos de modo a obtê-las: aumentam a contração e freqüência cardíacas, aumentam a velocidade e clareza do pensamento, destreza dos músculos, inibem a dor, aumentam a tensão arterial. O indivíduo sente-se invulgarmente consciente e desperto, eufórico, excitado, com mente clara e sensação de paragem do tempo. A cocaína é um forte potenciador do sistema nervoso simpático, tanto no cérebro, como na periferia.

A dopamina é o neurotransmissor principal das vias meso-limbicas e meso-estriadas. Essas vias têm funções de produzir prazer em resposta a acontecimentos positivos na vida do indivíduo, recompensando a aquisição de novos conhecimentos ou capacidades (aprendizagem), progresso nas relações sociais, relações emocionais e outros eventos. O aumento artificial da dopamina nas sinapses pela cocaína vai ativar anormalmente essas vias. O consumidor sente-se extremamente auto-confiante, poderoso,irresistível e capaz de vencer qualquer desafio, de uma forma que não corresponde à sua real situação ou habilidade. Com a regularização do consumo, as vias dopaminérgicas são modificadas e prevertidas ("highjacked") e a cocaína passa de facilitadora do sentimento de sucesso e confiança face a situações externas, para simples recompensa derivada diretamente de um distúrbio bioquímico cerebral criado pela própria droga, que é dela dependente. O bem-estar desliga-se de condicionantes externas, passando a ser apenas uma medida do tempo passado desde a última dose. A motivação do individuo torna-se "irreal", desligando-se dos interesses sociais, familiares, emocionais, ambição profissional ou aprendizagem de formas de ligar com novos desafios, para se concentrar apenas na droga, que dá um sentimento de auto-realização artificial de intensidade impossivel de atingir de outra forma.


Enquanto anestésico local
A cocaína também é um eficaz anestésico local, tendo sido o primeiro do grupo a ser usado, e ainda em uso hoje em algumas cirurgias respiratórias. O mecanismo desta ação é totalmente diferente da ação psicotrópica. Ela é um bloqueador dos canais de sódio nos neurônios dos nervos periféricos. O influxo de sódio desencadeia o potencial de acção e sem esse influxo são incapazes de enviar os seus impulsos. Os nervos sensitivos são geralmente os primeiros a ser bloqueados. A cocaína tem vindo a ser substituída por outros fármacos não psicotrópicos e sem outros efeitos adversos mas com a mesma função. Ela apresenta efeitos secundários devido à quantidade que extravasa para o sangue, provocando estimulação simpática (hipertensão, taquicardia) e mesmo convulsões.

Efeitos

Há efeitos imediatos, que ocorrem sempre após uma dose moderada; efeitos com grande dose; efeitos tóxicos agudos que têm uma probabilidade significativa de ocorrer após cada dose; efeitos no consumidor crônico, a longo prazo.

A cocaína pode causar malformações e atrofia do cérebro e malformações dos membros na criança se usada durante a gravidez. Ela pode ser detectada nos cabelos durante muito tempo após consumo, e o seu uso pela mãe é comprovado desta forma em bebês.


Efeitos imediatos
Muitos efeitos devem-se à estimulação dos sistemas simpático e dopaminérgicos diretamente. A cocaína causa danos cerebrais microscópicos significativos com cada dose. Com o início do consumo regular os danos tornam-se irreversíveis.

Os seus efeitos imediatos duram 30-40 minutos. Entre os efeitos descritos da droga no sistema nervoso central estão: Euforia, sensação de poder, ausência de medo e ansiedade, agressividade, excitação física, mental e sexual, anorexia (perda do apetite), insônias, delírios, cardiovasculares, aumento da força e freqüência cardíacas, palpitações (sensação do coração a bater rápido contra o peito), hipertensão arterial, vasoconstrição, além de urgência de urinação, tremores, midríase: dilatação da pupila, hiperglicemia, saliva grossa.


Efeitos em altas doses
Convulsões e depressão neuronal ocorrem com doses mais altas. No entanto, a dose exata que vai causar um tipo de efeito mas não outro em um indivíduo, é indeterminável. Também podem ocorrer alucinações, paranóia (geralmente reversível), taquicardia, convulsões, depressão do centro neuronal respiratório, depressão vasomotora, e até mesmo coma e morte.

As overdoses de cocaína são rapidamente fatais. Caracterizam-se por arritmias cardíacas, convulsões epilépticas generalizadas e depressão respiratória com asfixia. Se a morte não ocorrer em até 3 horas após o início dos sintomas, o doente deverá se recuperar, demorando algum tempo para que isso ocorra.


Toxicologia
A cocaína é um anestésico local simpatomimético. Os sintomas de envenenamento pela cocaína referem-se sobretudo ao sistema nervoso central. Ela estimula os centros respiratórios, elevando a velocidade e profundidade da respiração.


Efeitos tóxicos agudos
Estes efeitos podem ocorrer ou não após uma única dose baixa, mas são mais prováveis com o uso continuado e em doses altas:

Arritmias cardiacas: complicação possivelmente fatal.
Trombose coronária com enfarte do miocárdio (provoca 25% dos enfartes totais em jovens de 18-45 anos)
Trombose cerebral com AVC.
Outras hemorragias cerebrais devidas à vasocontrição simpática.
Necrose (morte celular) cerebral
Insuficiência renal
Insuficiência cardíaca
Hipertermia com coagulação disseminada potencialmente fatal.

Efeitos a longo prazo
A cocaína apresenta fenômeno de tolerância bem definido e de estabelecimento rápido. Para obter os mesmos efeitos o consumidor tem de usar doses cada vez maiores. Provoca danos cerebrais extensos ao fim de apenas alguns anos de consumo.

A cocaína não tem síndrome físico bem delimitado (como por exemplo o da heroína), no entanto os efeitos da sua privação não são subjetivos. Após consumo de apenas alguns dias, há universalmente: depressão, muitas vezes profunda, disforia (ansiedade e mal estar), deterioração das funções motoras, elevada perda da capacidade de aprendizagem, com perda de comportamentos aprendidos. O síndrome psicológico da cocaína é extremamente poderoso. Está comprovado em estudos epidemiológicos que a cocaína é muito mais viciante que a maconha cannabis, o álcool ou o tabaco.

A longo prazo (alguns anos) ocorrem invariavelmente múltiplas hemorragias cerebrais com morte extensa de neurónios e perda progressiva das funções intelectuais superiores. São comuns síndromes psiquiátricos como esquizofrenia e depressão profunda unipolar.

Efeitos a longo prazo:

Perda de memória
Perda da capacidade de concentração mental
Perda da capacidade analítica.
Falta de ar permanente, trauma pulmonar, dores torácicas
Destruição total do septo nasal (se inalada).
Perda de peso até níveis de desnutrição
Cefaléias (dores de cabeça)
Síncopes (desmaios)
Distúrbios dos nervos periféricos ("sensação do corpo ser percorrido por insetos")
cilicose, pois é comum o traficante adicionar talco industrial,para aumentar seus lucros, fato verificado em necropsia, exame de hemogramas.

Tratamento da toxicodependência
A dose de cocaína ou outro estimulante é gradualmente diminuida. Se se desenvolveram disturbios psiquiátricos, devem ser tratados com antipsicóticos e antidepressivos. É possivel que os agonistas do receptor da dopamina amantadina, sejam úteis no futuro, para minimizar as síndromes de privação.

A imunização ativa é uma nova terapia que poderá ser promissora. Consiste em "treinar" o sistema imunitário para destruir a cocaína como se fosse um invasor.


Epidemiologia da toxicodependência
A cocaína é a segunda droga ilegal mais consumida, depois da maconha (cannabis).


Tráfico e custos sociais da Cocaína
A cocaína é ilegal em todos os países do Mundo. A planta da coca é cultivada legalmente em volumes controlados em vários países da América do Sul, mais especificamente na cordilheira dos Andes (Bolívia, Colômbia e Peru). As folhas da coca são legais nesses países, mas a sua refinação é proibida.

A cocaína é a droga com maiores vendas em dinheiro na maior parte do mundo. Nos EUA em 2003 terão sido vendidos 35 milhões de dólares do produto.

História

Andes e Arbusto da Coca
A folha de coca (cujo consumo mesmo se em grandes quantidades, leva apenas à absorção de uma dose minúscula de cocaína) é usada comprovadamente há mais de 1200 anos pelos povos nativos da América do Sul. Eles a mastigavam para ajudar a suportar a fome, a sede e o cansaço, sendo, ainda hoje, consumida legalmente em alguns países (Peru, Bolívia) sob a forma de chá (a absorção do princípio activo, por esta via, é muito baixa). Os Incas e outros povos dos Andes usaram-na certamente, permitindo-lhes trabalhar a altas altitudes, onde a rarefação do ar e o frio tornam o trabalho árduo especialmente díficil. A sua ação anorexiante (supressora da fome) lhes permitia transportar apenas um mínimo de comida durante alguns dias.

Inicialmente os espanhóis, constatando o uso quase religioso da planta, nas suas tentativas de converter os índios ao cristianismo, declararam a planta produto do demónio.

O seu uso entre os espanhóis do novo mundo espalhou-se, sendo as folhas usadas para tratar feridas e ossos partidos ou curar a constipação/resfriado. A coca foi levada para a Europa em 1580
Primeiras experiencias
Alcalóide cocaína foi isolado das folhas de coca por Niemann em 1860, que lhe deu o nome. No entanto há boas razões para supor que foi antes Friedrich Gaedcke que a isolou pela primeira vez em 1856.

O seu uso espalhou-se gradualmente. Após visitas à America do Sul de cientistas italianos que levaram amostras da planta para o seu país, o químico Angelo Mariani desenvolveu, em 1863 o vinho Mariani, uma infusão alcoólica de folhas de coca (mais poderosa devido ao poder extrativo do etanol que as infusões de água ou chás usadas antes). O vinho Mariani era muito apreciado pelo Papa Leão XIII, que inclusivamente premiou Mariani com uma medalha honorífica.

A Coca Cola seria inventada em parte como tentativa de competição dos comerciantes americanos com o vinho Mariani importado da Itália. A Coca-Cola continuaria desde a sua invenção até 1929 a incluír cocaína nos seus ingredientes, e os seus efeitos foram sem dúvida determinantes do poder atractivo inicial da bebida.

A cocaína tornou-se popular entre as classes altas no fim do século XIX. Entre consumidores famosos do vinho Mariani contavam-se Ulysses Grant, o Papa Leão XIII, que até apareceu na publicidade do produto e Frédéric Bartholdi (francês, criador da Estátua da liberdade), que comentou que se o vinho tivesse sido inventado mais cedo teria feito a estátua mais alta (um sintoma de excesso de autoconfiança típico).

Popularização

Anúncio à Coca-Cola com cocaína, c1900A cocaína foi nessa altura popularizada como tratamento para a toxicodepêndencia de morfina. Em Viena, Sigmund Freud, o médico criador da psicanálise experimentou-a em pacientes, fascinado pelos seus efeitos psicotrópicos. Publicou inclusivamente um livro Über Coca sobre as suas experiências. Contudo acabou por se desiludir com a dependência a que foram reduzidos vários dos seus amigos. Foi ele que a forneceu ao oftalmologista Carl Köller, que em 1884 a usou pela primeira vez enquanto anestésico local, aplicando gotas com cocaína nos olhos de pacientes antes de serem operados.

A popularidade da cocaína ganha terreno: Em 1885 a companhia americana Park Davis vendia livremente cocaína em cigarros, pó ou liquido injectável sob o lema de "substituir a comida; tornar os covardes corajosos, os silenciosos eloqüentes e os sofredores insensiveis à dor". O fictional Sherlock Holmes (personagem de Arthur Conan Doyle) chega mesmo a injectar "cocaine" nas veias numa das histórias! Em 1909 Ernest Shackleton leva cocaína para a sua viagem à Antartica, assim como o Capitão Robert Scott.


Proibição
Apesar do entusiasmo, os efeitos negativos da cocaína acabaram por ser descobertos. Com o uso da cocaína pelas classes baixas e, nos EUA pelos afro-americanos, acabou por assustar as classes altas a um extremo que o seu óbvio potencial de dependência e graves problemas para a saúde nunca levaram. Os alertas racistas no sul dos EUA sobre os "ataques a mulheres brancas do Sul que são o resultado directo do cérebro enlouquecido por cocaína do negro" como se exprimiu um farmacêutico proeminente, acabaram por resultar na regulação e depois proibição da substância.


Uso moderno
Apesar dos motivos iniciais é consensual entre a comunidade médica que os elevados efeitos auto destruidores do consumo de cocaína são plenamente justificativos da proibição atual.


CrackO crack foi um desenvolvimento moderno do consumo da cocaína. É muito mais barato e fácil de consumir, e as comunidades pobres arruinam-se ainda mais por todo o mundo devido ao seu consumo.

Muitos usuários de cocaína, conhecendo o crack, começaram a utilizar somente ele, pois o efeito de euforia é mais forte do que da cocaína e por muitos não terem dinheiro para comprar ambas, compram somente o crack. Porém isso não é uma regra, muitos usuários de cocaína e crack, podem ter uso abusivo de ambas ou mais ainda da cocaína, depende da assimilação do usuário

Muitos preferem a cocaína ao crack, pois já estão viciados psicologicamente no ritual da inalação. O crack é dito por muitas pesquisas que é mais barato do que a cocaína, porém não é o que foi constatado, pois comparando a utilização de ambas as drogas, o crack acaba mais rápido e o efeito, apesar de mais forte, é mais curto que o da cocaína, durando cerca de 20 minutos no máximo.

No Brasil o preço tradicional de ambas é o mesmo, 10 reais por um "papel" de cocaína ou uma "pedra" de crack. É dito que é barato pois a cocaína não produz o mesmo efeito depois de anos de utilização, então no usuário que consome 1 grama, ela não causa mais efeito e o crack com a sua utilização, o usuário sente um efeito potente, mas bem menos durador do que a cocaína, isso é, o usuário constata um efeito rápido com a cocaína, mas com o crack, a duração do efeito é menor, pois na hora que o usuário solta a fumaça, o efeito já está no fim.

Muitos usuários de cocaína ou crack abusam e muito, da droga, pois o seu efeito é rápido e a vontade de ter as sensações causadas psicologicamente pela droga novamente fazem com que muitos utilizem doses maiores, o que, às vezes, pode acabar numa overdose. Outro efeito da droga é a dificuldade em dormir, pois algumas vezes o usuário vira muitas noites usando direto.


The cocaine or benzoilmetilecgonina is a drug alkali, derived from the Erythroxylum shrub cocaine Lamarck, high stimulant with being able to cause dependence. The Erythroxylum cocaine possesss gineceu constituted of three carpelos, cálice of five sépalas and corola of five petals. The leves are alternated, elliptical and pecioladas. Its chronic consumption takes the great acceleration of the aging and deep irreversible cerebral damages, among others health problems. Chemistry The cocaine is a tropano alkali. Its full name is 3-benzoiloxi-8-metil-8-azabiciclo (3,2,1) acid octane-4-carboxilico metil ester is extracted of leves of the shrub of the cocaine (Erythroxylon cocaine). The cocaine can be consumed of some forms, but the way most common is for the aspiration of the drug, that normally is presented under dust form. Some consumers arrive to directly inject the drug in the sanguine chain, what he considerably raises the risk of a irreversible cardiac arrest, caused for one " overdose". Administration The cocaine has the aspect of a white and crystalline dust (it is a salt, hidrocloreto of cocaine). Crack is the alkaline, not saline cocaine - and is gotten of the mixture of the cocaine folder with sodium bicarbonate. Crack is known in the United States of America as the cocaine of the poor persons and beggars. The intravenosa way more dangerous must to the infections. It produces greater sharper pleasure and effect, also provoking hallucinations. The inalatória way is of insidioso beginning, can take to the necrosis (death for degeneration of the epithelial cells or other types of fabric degeneration) of the nasal mucosa and septo. Crack is a free basic form, that is smoked. Its effect are similar to the ones of the intravenosa way. The consumption of the cocaine comes diminishing since 1990. Since this date its growth has been substituido for the one of the heroine. The consumption of cocaine and heroine (" speedballs" or " moonrocks"), extremely dangerous practical one, is increasing recently. The cocaine, as all the other drugs, are metabolizada in the liver. It is conjugated with etanol, gift in alcoholic beverages, forming cocaetileno, still more toxic. Mechanism of action The cocaine is a specific inhibitor of transporting proteins of the dopamina and in lesser degree of the noradrenalina, existing in the neurons. The dopamina and the noradrenalina are cerebral neurotransmitters that are secretados for sinapse, of where are collected another time for inside of the neurons for these transporters inhibited for the cocaine. Soon its consumption increases the concentration and duration of these neurotransmitters. The effect are similar to the ones of amphetamines, but more intense and less drawn out. Local cause constriction. The noradrenalina and the adrenalin are neurotransmitters and hormona of the likeable system (independent nervous system). They normally are activated in situations of stress acute (" to fight or fugir") where the individual needs all the forces and they act next to the agencies in order to get them: they increase the cardiac contraction and frequency, they increase the speed and clarity of the thought, dexterity of the muscles, inhibits pain, increases the arterial tension. The individual feels itself conscientious and awaken, euphoric, excited invulgarmente, with clear mind and sensation of stopping of the time. The cocaine is a potenciador fort of the likeable nervous system, as much in the brain, as in the periphery. The dopamina is the main neurotransmitter of the meso-limbicas and meso-estriadas ways. These ways have functions to produce pleasure in reply the positive events in the life of the individual, rewarding the acquisition of new knowledge or capacities (learning), progress in the social relations, relations emotional and other events. The artificial increase of the dopamina in sinapses for the cocaine goes to activate abnormally these ways. The consumer feels itself extremely auto-confident, powerful, irresistible and capable to win any challenge, of a form that does not correspond to its real situation or ability. With the regularization of the consumption, the dopaminérgicas ways are modified and preshed (" highjacked") e the cocaine passes of facilitadora of the feeling of success and confidence face the external situations, for simple rewards directly derived from a riot cerebral biochemist created by the proper drug, that is of it dependent. Well-being is disconnect of external condicionantes, starting to be only one measure of the time passed since the last dose. The motivation of the individual becomes " irreal" , disconnect itself of the social, familiar, emotional interests, professional ambition or learning of forms to bind with new challenges, to concentrate itself only in the drug, that of the one feeling of artificial auto-accomplishment of intensity impossible to reach of another form. While local anaesthetic The cocaine also is an efficient local anaesthetic, having been the first one of the group to be used, and still in use today in some respiratory surgeries. The mechanism of this action is total different of the psicotrópica action. It is a choke of the sodium canals in the neurons of the peripheral nerves. The sodium influx unchains the share potential and without this influx they are incapable to send its impulses. The sensitive nerves are generally the first ones to be blocked. The cocaine has come to be substituted by other not psicotrópicos fármacos and without other adverse effect but with the same function. It presents secondary effect due to amount that extravasa for the blood, provoking likeable stimulation (hipertensão, taquicardia) and same convulsions. Effect It has immediate effect, that a moderate dose always occurs after; effect with great dose; acute toxic effect that have a significant probability to occur each dose after; effect in the chronic consumer, in the long run. The cocaine can cause malformations and atrophy of the brain and malformations of the members in the used child if during the pregnancy. It can after be detected in the hair during much time consumption, and its use for the mother is proven in such a way in babies. Immediate effect Many effect must it directly the stimulation of the dopaminérgicos systems likeable and. The cocaine cause significant microscopical cerebral damages with each dose. With the beginning of the regular consumption the damages become irreversible. Its immediate effect last 30-40 minutes. It enters the described effect of the drug in the central nervous system are: Euphoria, sensation of being able, absence of fear and anxiety, aggressiveness, physical, mental and sexual excitement, anorexy (loss of the appetite), insônias, deliriums, cardiovascular, increase of the cardiac force and frequency, palpitations (sensation of the heart to beat fast against the chest), arterial hipertensão, vasoconstrição, beyond urgency of urinação, tremors, mydriasis: dilatação of the pupil, hiperglicemia, thick saliva. Effect in high doses Convulsions and neuronal depression occur with higher doses. However, the accurate dose that goes to cause a type of effect but not another one in an individual, is indeterminável. Also hallucinations can occur, paranoia (generally reversible), taquicardia, convulsions, depression of the respiratory neuronal center, vasomotora depression, and even though it eats and death. Overdoses of cocaine is quickly fatal. They are characterized for cardiac arrhythmias, epileptic convulsions generalized and respiratory depression with asphyxia. If the death not to occur after in up to 3 hours the beginning of the symptoms, the sick person will have to recover, delaying some time so that this occurs. Toxicologia The cocaine is a simpatomimético local anaesthetic. The symptoms of poisoning for the cocaine are mentioned over all to the central nervous system. It stimulates the respiratory centers, raising the speed and depth of the breath. Acute toxic effect These effect can not after occur or an only dose low, but they are more probable with the continued use and in high doses: Cardiac arrhythmias: possibly fatal complication. Coronary Trombose with infarct of the myocardium (it provokes 25% of the total infarcts in 18-45 young years) Cerebral Trombose with AVC. Other which had cerebral hemorrhages to the likeable vasocontrição. Necrosis (cellular death) cerebral Renal insufficience Cardiac insufficience Hipertermia with spread coagulation potentially fatal. Effect in the long run The cocaine presents clear-cut phenomenon of tolerance and fast establishment. To get the same effect the consumer has to use bigger doses each time. He provokes extensive cerebral damages to the end of only some years of consumption. The well delimited physical cocaine does not have syndrome (as for example of the heroine), however the effect of its privation is not subjective. After consumption of only some days, has universally: depression, many times deep, disforia (anxiety and badly to be), deterioration of the motor functions, raised loss of the learning capacity, with loss of learned behaviors. The psychological syndrome of the cocaine is extremely powerful. It is proven in studies epidemiologists who the cannabis cocaine is much more viciante that marijuana, the alcohol or the tobacco. In the long run (some years) invariably multiple cerebral hemorrhages with extensive death of neurónios and gradual loss of the superior intellectual functions occur. They are common psychiatric syndromes as schizophrenia and single-pole deep depression. Effect in the long run: Loss of memory Loss of the capacity of mental concentration Loss of the analytical capacity. Permanent air lack, trauma pulm

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